Pavilhão Branco

Nos jardins do Palácio Pimenta, um pavilhão de vidro de 1995 dedicado a exposições de arte contemporânea.

Pavilhão Branco
Pavilhão Branco - imagem provisória

Pavilhão Branco – Galerias Municipais de Lisboa

Nos jardins do Palácio Pimenta, edifício da primeira metade do século XVIII onde se instalou o núcleo-sede do Museu de Lisboa, o Pavilhão Branco é uma das galerias de arte contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa. A sua origem está ligada a Lisboa Capital Europeia da Cultura de 1994: como o palácio não tinha condições para acolher todas as exposições do programa, foi primeiro construído nos jardins o Pavilhão Preto e, um ano depois, a 26 de julho de 1995, inaugurou-se o Pavilhão Branco, com a exposição «Azulejo Gráfico». Desenhado pela arquiteta italiana Daniela Ermano, é um volume neomoderno de matriz paralelepipédica, com cerca de 26 metros de comprimento, 10 de largura e 10 de altura, e dois pisos que somam perto de 372 metros quadrados de área expositiva. As fachadas, em grande parte de vidro, abrem-se para o jardim, as árvores e os animais que o habitam, dando ao visitante a sensação de estar ao mesmo tempo dentro e fora, o que favorece projetos pensados para o próprio lugar. Desde a abertura dedica-se a exposições temporárias de arte contemporânea, e no início de 2010 passou a integrar as Galerias Municipais, hoje geridas pela EGEAC.

Localizado em: Galerias Municipais de Lisboa
Endereço: Palácio Pimenta, Campo Grande, 245, 1700-091 Lisboa
Horário: terça a domingo 10:00-13:00 e 14:00-18:00 (encerra à segunda-feira e a 1 jan, 1 mai, 25 e 31 dez)
Telefone: +351 215 891 259
Coordenadas: 38.7576718, -9.1568901
Autocarros: 750, 767, 701, 717, 736, 798, 45B, 778, 747, 796
Metro: Campo Grande (Amarela, Verde), Cidade Universitária (Amarela)
Inauguração: 1995 (31 anos)