Museu do Aljube
Na antiga cadeia política junto à Sé, a memória da ditadura, da repressão e da resistência até ao 25 de Abril.
Museu do Aljube – Resistência e Liberdade
Junto à Sé, o Museu do Aljube – Resistência e Liberdade ocupa o edifício da antiga cadeia do Aljube, nome que vem do árabe al-jubb, poço sem água, cisterna ou masmorra. A construção remonta aos períodos romano e islâmico e foi quase sempre prisão: cárcere eclesiástico, prisão de mulheres e, entre 1928 e 1965, prisão política do Estado Novo. Criado em 2015 e gerido pela EGEAC, o museu é dedicado à memória do combate à ditadura que vigorou entre 1926 e 1974 e à resistência em prol da liberdade e da democracia. A exposição de longa duração começa no piso -1, com achados arqueológicos do local, incluindo vestígios da ocupação romana, e no piso 0, com o memorial aos presos políticos e a história do edifício. O piso 1 caracteriza o regime, a censura, a polícia política e os tribunais políticos; o piso 2 trata da organização da resistência, dos interrogatórios, da tortura e do isolamento nos curros, as celas mínimas da cadeia; o piso 3 aborda o colonialismo, as lutas de libertação e a guerra colonial, terminando no 25 de Abril de 1974. O museu tem ainda espaço para exposições temporárias, auditório, centro de documentação e serviço educativo, e da varanda do último piso avista-se o rio e a Sé.
Localizado em: Museu do Aljube
Endereço: Rua de Augusto Rosa, 42, 1100-059 Lisboa
Horário: terça a domingo 10:00-18:00, última entrada 17:30 (encerra à segunda-feira, 1 jan, 1 mai, 24, 25 e 31 dez)
Telefone: +351 215 818 535
Coordenadas: 38.7101798, -9.1325527
Autocarros: 737, 10B, 711, 746, 759, 783, 728, 735, 781, 782
Elétrico: 12E, 28E, 15E, 25E
Metro: Terreiro do Paço (Azul) (10 min a pé)
Rossio (Verde) (13 min a pé)
Comboio: Linha de Sintra, Estação de Rossio (20 min a pé)
Barco: Estação Fluvial do Terreiro do Paço (10 min a pé)
Inauguração: 2015 (11 anos)